Tudo começou com uma viagem a uma aldeia.  Japinha e Curumim contracenavam em histórias confrontando o menino urbano e o indiozinho habituado a se virar sozinho. Logo o núcleo da aldeia foi aumentando. Primeiro veio Dr. Robi, o dentista, depois o Pajé, que roubou a cena e logo mais a Velha-mais-velha, o Mapinguari, o Curupira, o Sumaúma.

 

japinhaEste é Japinha – Viciado em games, internet e tecnologia, Japinha quase pira quando chega na Aldeia. Como um menino urbano viver sem tecnologia? Seu raciocínio é rápido, mas as vezes para conseguir o que quer faz até birra. E de noite, o medo de fantasmas pode atrapalhar seu sono.

 

                         Curumim, o indiozinho cresceu uma aldeia sem nunca ter curumimvisto um carro ou ter sonhado em ir para a cidade. Logo se torna amigo inseparável de Japinha, embora nunca consiga entender a saudade do Japinha por seu computador e seus instrumentos eletrônicos. Está sempre tentando evitar que o Japinha se meta em enrascadas, mas nem sempre consegue.

 

 

O Pajé foi criado para representar este personagem tao importante na estrutura social as aldeias, o responsável pela saúde e pela espiritualidade da tribo. Inicialmente seria um coadjuvante para Japinha e Curumim, mas logo ganhou espaço e tiras individuais. Terá sido por algum feitiço que ele nos lançou? Além de algumas séries próprias, como Pajé em Gotham, o Pajé regularmente abre mão de seus segredos nos apresentando seus feitiços e resolvendo os problemas até mesmo dos leitores, nas Dicas do Pajé. Para conseguir sucesso é fundamental a sua dancinha e seu canto, com os quais invoca os Espíritos de Cura que sempre surgem para ajudar.

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espiritosdecura dr.robi

 

Dr. Robi é o dentista da aldeia. Como não há médico, ele precisa fazer de tudo um pouco para garantir a saúde da população. No começo apenas auxiliava em algumas tirinhas, aproveitando VMVa vivência do Alta e do Beto no atendimento em comunidades indígenas. Depois começou a ganhar séries próprias.

 

A Velha-mais-velha surgiu como o Pajé, como personagem secundário, mas logo ganhou fãs entre os leitores. Namoradeira, resmungona e muito disposta apesar da sua idade, que ninguém sabe qual é, sempre deixa os interlocutores em maus lençóis.

Conheça também alguns outros da turma:

Pai do Japinha é antropólogo e está sempre de bom humor. É dele a ideia de levar o filho para a aldeia, para que possa “respirar ar puro, acordar com os passarinhos e perder o medo de escuro”.

Mapinguari e Curupira são personagens do folclore nacional. Como seres míticos da floresta, logo arranjaram seu espaço em nossa aldeia. Curupira protege os animais dos invasores e caçadores, já o Mapinguari do Balaio tem um grande ponto fraco… é viciado em pizza!

 

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A Mochileira é uma viajante, sempre perdida em busca da melhor imagem, do melhor cenário, do melhor sabor. Ela desbrava o mundo com seu fone de ouvido, e sua mochila cor-de-rosa, onde cabe tudo e um pouco mais. Ela surgiu no dia que a filha do Alta se mudou para o exterior, talvez como uma forma que um pai inventa para ter sua filha sempre por perto. Como está sempre em movimento, ela permite o aproveitamento de espaços urbanos e está sempre antenada com os lançamentos, como demonstrou na fila para o lançamento de Star Wars.


escoteiros                                                                                                                                                                                                                                                                         Os Escoteiros no Balaio aparecem todo terceiro sábado do mês! As tirinhas trazem  situações que todo Escoteiro conhece bem, além de músicas do cancioneiro tradicional.
Todo mês um Grupo Escoteiro é homenageado e seu lenço enfeita o vestuário de nossos personagens. Esta é a única série que o Beto faz em aquarela antes de escanear, o que dá bastante trabalho, mas garante a originalidade e qualidade únicas. Há um único personagem que aparece ocasionalmente, que é o Espírito de B-P.
Como gostamos de destacar, Alta e Beto são Escoteiros com orgulho!


Kamu é o índio urbano. Ele saiu da aldeia do Curumim para estudar Filosofia em uma cidade grande e está sempre surpreso com as incongruências urbanasKamu. O principal argumentista do Kamu é o Beto, e Alta, neste caso, ajuda com pitacos técnicos e revisões do texto.


                                         

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Alta e Beto além de roteirista e desenhista, de vez em quando também viram personagens. Ocasionalmente eles surgem, normalmente com o desenhista implicando com o roteirista, afinal, ele pode ter boas ideias, mas não sabe desenhar.


Vida Selvagem é a série que mostra as aventuras dos pais de crianças pequenas. Baseado em fatos reais vividos e acompanhados por Alta e Beto, pais desta turminha e de cinco outros filhos.

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